Quem dera que fossemos sempre
crianças,
e a lembrança fosse algo a se
esperar.
E se ainda existisse a inocência?
E se ainda existisse a inocência?
E se os sonhos não custassem a
chegar?
Quem dera voltássemos aos abraços sinceros,
Quem dera voltássemos aos abraços sinceros,
ao choro verdadeiro e a capacidade de
amar.
E tudo fosse apenas brincadeira,
e os sorrisos mais sinceros
estampassem o olhar.
Quem dera...

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